Sexta-feira, Junho 19, 2009

Eu espero.

Moby. Wait for me.
Enquanto não é lançado, o álbum pode ser ouvido aqui.

Sexta-feira, Junho 12, 2009

35

Largo tudo e faço-me ao mar.
(foto de Jota Ene)

Quinta-feira, Junho 11, 2009

Música Nova

Eels. Hombre Lobo, 12 songs of desire.
Eels em escuta aqui.

Quarta-feira, Junho 10, 2009

Balcão "Perdi a Carteira"

Uma das primeiras coisas em que pensei quando fui assaltada foi que, sem documentos a uma quinta-feira à noite, dificilmente iria poder votar no domingo. Não me conseguia lembrar se o cartão de eleitor também estava na carteira ou em casa, a salvo. Ainda assim, sem BI, nem carta de condução, nem nenhum outro documento com fotografia que autenticasse a minha identidade, temi o pior. No dia seguinte, sexta-feira, saltei da cama, depois de 4 horas de sono, disposta a correr tudo para ter um documento válido. Informaram-me que, com o cartão de eleitor encontrado em casa, e duas testemunhas, deixar-me-iam votar. Pelo sim, pelo não, recomendaram-me que levasse também a declaração da polícia. Mais descansada, fui ao portal do cidadão saber o que precisava para renovar todos os documentos: duas fotografias para a carta de condução, um familiar directo em presença ou dois documentos originais de familiares directos que atestassem as minhas declarações, e dinheiro. Percebi ainda que podia agendar a visita e aparecer só na hora marcada, mas já não seria para esse dia. Dirigi-me ao balcão "perdi a carteira" das Laranjeiras com o meu pai e fomos atendidos minutos depois. Em menos de uma hora estava de saída com cartão do cidadão, carta de condução e registo de propriedade do automóvel. Um serviço eficiente e atendimento simpático. Uma maravilha. E no domingo fui votar sem problemas.

Terça-feira, Junho 09, 2009

Vá lá, não gostaram do meu relógio.

As duas cansadas de um dia longo, jantar de amigas cancelado, 20h30 a sairmos do trabalho. E se fossemos dividir uma pizza e falar um bocado para descontrair? Estaciono à porta de casa dela e seguimos num só carro. 22h30, jantadas, preparamo-nos para regressar a casa, quem sabe beber um chá para mais um pouco de conversa. Boa noite, uma das senhoras não me arranja um cigarro, pergunta um enquanto se aproxima. Ninguém na rua. Não temos, respondo já a ver o filme todo. Passa mas é para cá a mala, diz-me o mesmo, o mais baixo (mas, ainda assim, maior que eu). Olho para a minha amiga, o outro, mais alto, já lha tirou também e procura jóias. Correm para um carro parado e arrancam a toda a velocidade, com as nossas malas lá dentro. Ficou-nos a chave do carro que, felizmente, a minha amiga já tinha na mão. Em segundos, perdemos (vários) telemóveis, carteiras com documentos, dinheiro, óculos escuros, chaves de casa, do trabalho. Eu ainda perdi o iPod, ela os óculos graduados. Não temos como contactar a polícia, metemo-nos no carro para procurar a esquadra mais próxima. Uns 100 metros à frente, numa rua perpendicular, um café com senhores na esplanada. Paramos, contamos o sucedido. Viram o carro a passar. Ligamos à polícia e esperamos. Contam-nos que, ultimamente, tem sido frequente, uma zona que era tão tranquila. Cancelamos cartões do banco e telemóveis, avisamos amigos cujo contacto conseguimos de memória. Eu só me recordo do dos meus pais, que não atendem. A minha agenda telefónica de reserva, em papel, de nada me serve, está dentro do carro, à porta de casa da minha amiga e não tenho chave para o abrir. Participamos a ocorrência, asseguram que foi melhor não termos resistido, são tipos já reportados e capazes de andar armados. Mesmo que não estivessem, eram maiores que nós. Vamos para a esquadra onde nos é passada uma declaração para efeitos de identificação e renovação de documentos.

Entre ir buscar uma chave de reserva de minha casa, para depois conseguir a suplente do carro, voltar para o ir apanhar e regressar finalmente a casa, eram 3h30 da manhã quando a noite terminou. Pode não ter sido muito descontraída, mas diferente, isso foi sem dúvida.

Quinta-feira, Junho 04, 2009

Aproveitei e comprei uns chinelos.

Há talvez uns 3 anos gastei tanto dinheiro em dois biquínis que prometi a mim própria que estes haviam de durar uns quantos verões até comprar outros. Não foi difícil de cumprir, tenho feito pouca praia e não são meia dúzia de dias por época que os impossibilita de novo uso.

Este ano, porém, achei que já tinha conquistado o direito a um modelo mais actual. No entanto, a ideia de me enfiar em centros comerciais nos dias úteis ou outras lojas no meu curto dia de descanso semanal, fez-me adiar a compra até agora, altura em que se avizinham feriados, promessas de bom tempo e verba extra de aniversário. Ponderei mesmo encomendar por catálogo e na internet, mas não vi nada que merecesse o preço (ou o risco). Hoje, depois do trabalho, motivada pela presença de uma amiga, venci a minha relutância e lá fui espreitar as montras.

Nas poucas lojas que, felizmente, aquele espaço comercial tem, vi de tudo: cuecas reduzidas e super cavadas, que só ficam bem em mulheres sem rabo; cuecas-calção, bonitos apenas para quem tem as pernas longas e finas; soutiens tão pequenos que é preciso vestir 2 números a cima para não ficar com metade de fora; copas com tanta espuma que dobramos de volume; os famosos triquinis, ou lá como se chamam, só mesmo para quem tem corpo de modelo.

Mas há desafio mais difícil para a auto-estima feminina do que ir experimentar biquínis?

Quarta-feira, Junho 03, 2009

Atentai!

44ª edição do Festival de Sintra. Informações aqui.

Quarta-feira, Maio 27, 2009

Nova temporada

da série café com gelo. E de passeios vespertinos junto ao mar.